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“Vida e missão do Leigo no mundo da Saúde” abre a etapa regional das oficinas temáticas 
14/06/2010

Sob a coordenação do padre Anísio Baldessin, coordenador regional da Pastoral da Saúde, foi realizada no dia 12 de junho a Oficina Regional: “Vida e missão do Leigo no mundo da Saúde” do Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo.

Sub-comissão regional de Liturgia

A oficina foi assessorada pelo doutor José Carlos Seixas, assessor técnico na Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que discorreu sobre o tema: “Visão histórica da Saúde no Estado de São Paulo e qual deve ser a contribuição dos leigos”.

Dentre os muitos pontos destacados pelo palestrante três foram muito enfatizados: A saúde não depende somente da força de Deus, mas também do empenho daqueles que são responsáveis por ela; o cuidado com a saúde depende de recursos financeiros e por fim, a contribuição que o cristão pode oferecer é interessar-se pela saúde participando de movimentos que lutam para proporcionar melhores condições de saúde.

Sub-comissão regional de Liturgia
Após a exposição do palestrante os participantes partilharam suas experiências, esperanças e propostas, destacando que é necessário fazer um levantamento para saber quantos profissionais da saúde frequentam nossas paróquias, procurando saber se eles vêem as ações da Igreja no mundo da saúde e incentivado-os a desenvolverem alguma atividade pastoral fora do seu local de trabalho. Para isto é necessário que o Igreja apresente a eles qual a tarefa que teriam que cumprir no mundo da saúde como profissional voluntário.

Ao clero foi proposto uma maior atenção no atendimento aos enfermos, nos hospitais e nas residências, assim como uma formação adequada aos assistentes leigos (ministros dos doentes) que se propõem a prestar este serviço.

Aos leigos foi apontado a necessidade de capacitá-los, espiritualmente e tecnicamente, para que desenvolvam essa atividade com amor e competência; destacaram ainda a importância de rever a prática de assistência religiosa que eles desenvolvem atualmente.

Na Pastoral da Esperança é sabido que muitos doentes são acompanhados por longo tempo no hospital e principalmente nas casas. Porém, após longo período de sofrimento, após a morte nenhuma ação pastoral é desenvolvida junto aos familiares dos doentes. Por isso foi sugerido que a Pastoral da Esperança não se resuma na encomendação do falecido no cemitério, mas estenda na condolência aos familiares e principalmente, na medida do possível, continue visitando a família.

Fonte: Centro de Pastoral da Região Episcopal Sé




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